Umbanda é engajada
Desde sua origem, a Umbanda acolheu o marginalizado — Caboclos e Pretos-Velhos, no início, foram rejeitados pelo Espiritismo elitizado. A Umbanda os acolheu.
Isso não é acaso. É posição ética que segue viva hoje.
Compromissos naturais do umbandista
- Antirracismo — a religião nasceu de matriz africana.
- Antiviolência de gênero — Pombogiras defendem autonomia feminina.
- Direitos das crianças — Erês nos lembram da leveza a proteger.
- Cuidado com anciãos — Pretos-Velhos são nossos mestres.
- Cuidado com natureza — Orixás SÃO a natureza. Poluir é fazer mal aos Orixás.
- Combate à intolerância religiosa — proteger terreiros é dever coletivo.
Ação concreta
- Doações a projetos sociais.
- Voluntariado.
- Cozinha comunitária.
- Cursos gratuitos.
- Defesa jurídica de terreiros atacados.
Vida diária
Todo umbandista é convidado a agir eticamente: no trabalho, no trânsito, na família. Não adianta ser exemplar na gira e egoísta no cotidiano.