Orixás
Orixás · Os principais Orixás

Logun-Edé e Oxumaré — dualidade e transformação

7 min de leituraNível: intermediario
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Objetivo

Conhecer dois Orixás menos populares mas importantes.

Logun-Edé

Filho de Oxum e Oxóssi, Logun-Edé alterna seus atributos: seis meses caçador (Oxóssi), seis meses na água doce (Oxum). Representa a dualidade harmoniosa — beleza e força, doçura e destreza.

  • Cores: azul-claro e amarelo (varia — algumas casas: turquesa)
  • Saudação: Loci Loci Logun-Edé!
  • Sincretismo popular: Santo Expedito (varia)

Oxumaré

Oxumaré é a serpente arco-íris — o Orixá da transformação, dos ciclos e da fecundidade. Faz a ponte entre o céu e a terra através da chuva.

  • Cores: todas as cores do arco-íris (com predomínio de amarelo e verde)
  • Saudação: Arrobôi Oxumaré!
  • Sincretismo popular: São Bartolomeu

Presença na Umbanda

Nem toda casa cultua diretamente esses Orixás — são mais comuns no Candomblé. Mas seu simbolismo é rico e algumas casas de Umbanda os invocam em trabalhos específicos.

Ensinamento

Logun-Edé ensina que contrários podem coexistir. Oxumaré ensina que tudo muda — a única constante é a transformação.

Principais pontos
  • Logun-Edé simboliza a dualidade harmoniosa.
  • Oxumaré é o Orixá dos ciclos e da transformação.
  • Nem toda casa umbandista cultua diretamente esses Orixás.
Resumo da aula

Logun-Edé ensina a coexistência; Oxumaré ensina que tudo se transforma.

Quiz da aula
Pergunta 1 de 5

Logun-Edé é filho de: